Be the one to guide me, but never hold me down.
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apagou:

“Sabem tão pouco de mim. Eu escrevo? Ah, sim, quase na mesma temporalidade em que respiro. Caminho devagar? Tenho um probleminha no pé, olhe melhor que você perceberá. Tenho o olhar vago? Esse é velho, já deveriam saber. Leio com os mais gritantes barulhos? Eu gosto de histórias além da minha, concentro-me rápido nelas para me esquecer. Não sei abrir o coração? É falha da vida, sabe? Ela ainda não me apareceu com a chave correta. Eu durmo pouco e não sei falar de mim? Tudo mania velha. Eu me formei faz um tempinho na faculdade dos jeitos estranhos de ser. Agora, tem que me aceitar assim, e entender que saber de mim sempre será pouco. Eu sempre vou trancafiar um sentimento, segredo ou passado. Eu vivo me escondendo até de mim. Mas posso garantir que tenho bom coração. Eu amo quem eu amo acima das confissões nunca feitas de mim. Amo por me amarem sabendo que pouco me conhecem.”

Camila Costa.

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Na densidade de sua alma acumulavam-se dores pesadas como um grande piano. Em sua camada mais secreta moravam oceanos que sufocou com o passar dos anos. Na superfície mais rasa moravam sorrisos que escondiam seus pesadelos e não deixavam que a insegurança se revelasse. Morria lentamente sem pedir por ajuda, e essa é a pior forma de se perder na vida. By Vinícius Viana